Poupar não precisa ser sacrifício

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Folheando um jornal outro dia, li um artigo em que o colunista tentava convencer o leitor da importância de poupar. Falei, “opa, que legal, mais um colega tentando ajudar as pessoas a evitar problemas com dinheiro…”

Resumidamente, ele sugeria cortar o cafezinho de depois do almoço. Com esta economia, você seria capaz de uma poupança de uns 50 reais por mês, que, investidos na poupança, te dariam não sei quantos mil reais ao final de vários anos.

Daí eu fiquei pensando, se alguém toma um cafezinho todo dia após o almoço é porque aquela pessoa gosta de café, não é mesmo?! Pois é. Foi aí que pensei, por que, então, tentar convencer alguém a mudar de comportamento, cortando dela justamente um prazer? Não seria mais fácil criar esta cultura de poupança regular sugerindo que ela cortasse algo que não lhe traz satisfação, como, por exemplo, uma tarifa bancária mais cara ou uma operação de crédito mal contratada?

Bom, este é o meu conselho para os outros amantes do café por aí a fora.

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