Opções de Financiamento Estudantil e Fies

Opções de Financiamento Estudantil e Fies

Concluir um curso superior é um dos sonhos da maioria dos brasileiros. Sonho que, muitas vezes, não custa barato. Por isso, para realizá-lo, muita gente conta com o auxílio de programas de financiamento estudantil. Já falamos muito sobre isso aqui no blog. E esse foi também o tema da nossa conversa dessa semana com o Pedro Vieira, da Rádio Inconfidência.

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Diploma na mão faz mesmo diferença?

Bem, sabemos que a crise está por aí, certo? Mesmo que alguma coisa tenha melhorado, o mercado de trabalho ainda está muito ruim. Ter um diploma de curso superior não é garantia de emprego, mas, sem dúvida, abre porta para a pessoa tentar uma oportunidade melhor de trabalho.

Falamos no programa sobre uma pesquisa recente que analisa o mercado de trabalho sob o ponto de vista da escolaridade, em diversos países. Sabia que o Brasil é o país que apresenta a maior diferença salarial entre quem tem e quem não tem diploma de curso superior? Apresentamos também outras informações interessantes da pesquisa. Por exemplo: sabe qual é a diferença salarial, no Brasil, entre quem tem pós-graduação e quem tem apenas graduação?

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Financiamento estudantil

Mas conseguir um diploma superior pode sair caro. O acesso à universidade pública é restrito e as mensalidades de alguns cursos particulares custa uma fortuna. Para superar esse problema existem os programas de financiamento estudantil, como o FIES. Falamos no programa sobre suas características, e de algumas dificuldades por que o programa vem passando.

Mas, além do FIES, há outras formas de facilitar o pagamento dos estudos, sabia? Comentamos sobre alguns programas privados, muitos deles criados pelas próprias instituições de ensino.

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Cuidados

Claro, como em todo programa desse tipo, é preciso entender bem as regras, para fazer a melhor escolha e não ter surpresas.

Existem programas de parcelamento – e não de financiamentoem que a pessoa paga uma parte da mensalidade enquanto está estudando, e depois que se forma paga o restante. Por isso, ela precisa pensar bem em quanto vai querer pagar em cada uma dessas fases. Ou seja, planejar.

Outra coisa: o programa diz que não cobra juros. Ok, mas há uma correção pela inflação. Além disso – e aqui pode estar uma armadilha –, algumas faculdades cobram preços diferenciados, caso o aluno use ou não o programa de parcelamento.

Quer saber mais sobre tudo isso? Ouça o podcast!

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Autor

Frederico Torres
Profissional do mercado financeiro há 20 anos e interessado em como fazer o $$$ parte de nossa vida de forma mais saudável.

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