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Contratar telecomunicações para residência: um show de horrores – Parte II

Contratar telecomunicações para residência: um show de horrores – Parte II

Retrospectiva…

O show não pode parar. Então, pra começar, falaremos sobre o primeiro desafio, que é o de comparar as ofertas que cada operadora de telecomunicações oferece. Note que comecei errado: primeiro deveria ter visto quem me atende (e como) para só então começar a comparar as ofertas. Mas não imaginava que a disponibilidade seria uma barreira tão relevante. Bom, já que começamos errado, vamos explicar o “passo a passo” também errado, na forma como as coisas aconteceram.

Partes anteriores

Se você não leu a primeira parte e tem interesse, segue a URL

Parte I (comparar as ofertas)

Parte II

Recentemente mudei de endereço. Vida nova, casa nova (ou casa nova, vida nova?). Precisava colocar Internet, TV por assinatura e telefone fixo lá. Se tivesse um combo muito bom, aquela oferta “matadora”, quem sabe faria a portabilidade do meu número também? Não foi o caso, mas vamos lá.

Internet

Qual a velocidade preciso para atender às minhas necessidades? Primeiro problema: nem sempre a velocidade nominal é a velocidade real, ou seja, te vendem 100 e te entregam 80, 50, 20, sei lá, mas menos do que você comprou, com certeza. Pode até ser que em alguns momentos a velocidade chegue ao valor que você contratou (e isto costuma coincidir com o momento que o técnico está no local dando manutenção, passando a impressão de que você é um cliente chato, que fica criando problemas onde não existe) mas o normal é a velocidade estar abaixo. Então, se você precisa de 100, sugiro contratar pelo menos 200. Se precisa de 5, contrate 10. E por aí vai… Mas como saber quanto preciso? Bom, a menos que você tenha uma boa formação em telecomunicações, chute um número em função de sua experiência, ou de amigos, vizinhos, conhecidos… Não se esqueça que a demanda por serviços de Internet está aumentando constantemente, mas não exagere, para não pagar por mais do que precisa.

TV por assinatura

Por satélite ou por cabo? Quais canais contratar? HD é importante? A principal vantagem do sinal via satélite é a abrangência: mesmo nos rincões mais distantes um sinalzinho de TV consegue chegar. Como os custos de instalação e manutenção são menores, as operadoras tem se enveredado por esta solução mesmo nos centros urbanos. Entretanto, em caso de chuva mais forte, ou qualquer outra obstrução do sinal (árvores, muros, etc.), o sinal é bloqueado e a TV sai do ar. Assim, mantidos iguais todos os demais parâmetros, sugiro contratar TV por cabo. Com relação aos canais a serem contratados, isto vai muito da vontade do freguês. Sugiro que seja feita uma avaliação criteriosa para saber que canais valem a pena ser contratados. Por fim, HD é um diferencial de qualidade se, e somente se, sua TV consegue agregar valor com esta facilidade proporcionando melhor qualidade de imagem, e isto for importante para você.

Telefone fixo

Eu uso isto? Pra que? Com que frequência? Com que perfil de tráfego? Quatro perguntas subjetivas que merecem reflexão. Avalie também se não representam eventual redução de custos no combo (caso esteja montando um). Pode ser que valha a pena.

Telefone móvel

Vale a pena mudar? Novamente, você deve avaliar, entre outros, os custos (assinatura, franquias, ligações) e a qualidade dos serviços prestados (sinal, qualidade do sinal, velocidade da Internet) e, assim, optar pela melhor relação custo benefício, sem esquecer que pode representar eventual redução de custos dentro de um combo.

Futuramente falaremos sobre o segundo desafio a que somos submetidos pelas operadoras de telecomunicações.

Até a próxima.

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