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Já pensou na sua Declaração de Imposto de Renda de 2017?

Já pensou na sua Declaração de Imposto de Renda de 2017?

Por que já se preocupar?

Você já pensou na sua Declaração de Imposto de Renda de 2017? Não? Então, o que acha de já começar a reunir os documentos, fazer algumas contas e melhorar sua restituição antes que o ano acabe?

Apesar de não ser a atividade mais prazerosa e interessante, todos os contribuintes (não necessariamente brasileiros) que estejam obrigados pelos critérios divulgados pela Receita Federal, têm que realizar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda.

O que já pode ser verificado

Por ser uma declaração de AJUSTE, você pode ter que pagar, receber ou nenhuma das duas opções. Ademais, este pode ser um ótimo momento para você avaliar sua situação financeira, afinal, você deve informar toda a sua renda auferida no ano (tributável, não-tributável, tributação exclusiva e rendimentos acumulados), seus bens e suas dívidas. Assim, é possível perceber se houve aumento do patrimônio (algo muito importante) e redução das dívidas (algo mais importante ainda).

Alguns documentos para realizar a declaração você já pode começar a reunir, pois, são acumulados ao longo do ano. Alguns exemplos são: recibos e notas fiscais de atividades médicas e compra e venda de bens.

Antes do fim do ano, importante é avaliar se é viável contribuir para um plano de previdência privada PGBL. Com ele, é possível reduzir sua base de cálculo em até 12% (este é o limite de contribuição permitido – 12% da sua renda bruta anual).

Simule

Caro leitor (a), para saber se é vantajoso contribuir para um plano PGBL, é necessário fazer algumas contas. A melhor forma de fazê-las é utilizar o software da declaração de ajuste do ano anterior fornecido pela Receita Federal. O Educando seu Bolso te explica:

  • Inclua a sua renda aproximada do ano (em dezembro já se tem um valor bastante aproximado do real que virá no informe de rendimentos), suas despesas com saúde, educacionais, dependentes, pensões alimentícias e doações;
  • Calcule 12% da renda bruta (rendimentos tributáveis) e inclua com uma despesa sob o código 36;
  • Veja como ficou sua declaração; se melhorou a sua restituição ou diminuiu o seu valor a pagar;
  • Se ocorrer alguma das duas situações anteriores, de modo geral, compensará contribuir para um plano de previdência PGBL.

Porém, é preciso estar bem alerta com as ofertas que os bancos e seguradoras estão fazendo neste fim de ano. Importante é procurar planos que tenham taxa de administração bastante reduzida e, de preferência sem taxa de carregamento (que é deduzida a cada depósito).

Aja!

Leitor (a), você pôde perceber que é possível ter algumas ações preventivas para organizar melhor os documentos, e aumentar sua restituição ou diminuir o valor a pagar à Receita Federal e quando da realização da declaração de ajuste, pensar positivamente com o intuito de avaliar a situação patrimonial.

Além deste post, não deixe de ler, também no Educando seu Bolso os textos:

Previdência privada, VGBL e PGBL: entenda o básico.

Descubra se vale investir em plano de previdência para reduzir IR.

Ainda dá tempo…

Autor

Quintiliano Campomori
Quintiliano Campomori é profissional na área econômico-financeira e professor há 12 anos. Já atuou em bancos, empresas privadas e, atualmente, atua no setor público. Pretende trazer ao(à) leitor(a) e ouvinte esclarecimentos nas suas finanças pessoais, na luta pelos seus direitos, em buscar uma renda extra e em pensar o dinheiro como um meio e não um fim.

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