Imóvel na planta: Financiamento ou consórcio?

Imóvel na planta: Financiamento ou consórcio?

Um ouvinte nos perguntou:

Comprei um apartamento na planta em 2014, e a previsão de entrega é para Fevereiro de 2017. Comecei a buscar opções de financiamento com meu banco (e outros) e tenho me sentido no inferno dos juros. Tenho recebido várias ligações e propostas de empresas que operam consórcio me oferecendo o paraíso, mas não consigo me sentir seguro. Sabe quando parece que não estão te contando tudo? Então…

O valor do imóvel é R$ 400 mil, e durante a obra até a entrega das chaves devo ter uma dívida de R$ 340 mil para quitar – o saldo pago à construtora é de R$ 60 mil (que a Unifisa diz usar o que já paguei à construtora como lance).

Iniciaria a brincadeira pagando R$2.816 em 180 parcelas, e ao ser contemplado em Fevereiro de 2017, eu posso abater o saldo pago na mensalidade e mantendo a quantidade de parcelas (176 parcelas de R$2.475), ou reduzindo a quantidade de parcelas (-46) para 155.

Simulei no ITAÚ para ter um exemplo, considerando que ele pede 25% do valor do imóvel na entrada, ficou:

– Valor do Imóvel: R$ 400.000,00
– Valor da Entrada: R$ 120.000,00
– Custos adicionais (cartório e tarifas): R$ 23.155,00
– Valor total financiado: R$ 303.155,00

Prazo do Financiamento: 300 meses (25 anos)
/ Valor da primeira parcela: R$ 3.694,29
/ Valor da última parcela: R$ 1.146,16

É uma história bastante complexa. E tudo indica que, como ele já percebeu, não lhe contaram a história toda…

Procuramos desfazer o mal entendido (ou mal explicado) e ajudá-lo a tomar a melhor decisão.

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Autor

Frederico Torres
Profissional do mercado financeiro há 20 anos e interessado em como fazer o $$$ parte de nossa vida de forma mais saudável.

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