O GERENTE RESPONDE: Investir em Tesouro Direto por meio de corretoras

O GERENTE RESPONDE: Investir em Tesouro Direto por meio de corretoras

Hoje o Gerente responde ao leitor José Wanderson Rocha Caetano

 

Tenho muito receio de investir no Tesouro Direto, pois tenho medo de ser “iludido” por corretoras e acabar perdendo dinheiro ao invés de ganhar. Com isso, gostaria de saber se é seguro investir no Tesouro Direto por meio de corretoras tais como Rico.com, Easynvest etc? Se sim, qual a maneira mais segura de se fazer isso? Se não, qual caminho seria indicado, a fim de fazer um no Tesouro Direto?

Desde já, grato pela atenção.

 

Resposta:

Olá José Wanderson!

A corretora atua apenas como custodiante dos seus títulos. Dessa forma, a princípio, as corretoras não representam risco ao seu patrimônio alocado em títulos públicos federais. Porém, se os seus recursos estiverem em trânsito na conta da corretora e for decretada sua liquidação extrajudicial, você poderá ter algum aborrecimento para ter acesso a eles. Aí você vai precisar fazer um pedido de restituição, que é uma medida administrativa, e aguardar a devolução do recurso. Caso o problema persista, talvez seja preciso um medida de natureza legal.

Abraço!

 

Autor

Eduardo Coutinho
Doutor e Mestre em Administração com ênfase em Finanças pelo CEPEAD/UFMG, especialista em Comércio Exterior e Bacharel em Ciências Econômicas UFJF. Coordenador do curso de Graduação em Administração da Faculdade Ibmec de Minas Gerais. Professor Adjunto dos cursos de Graduação em Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Relações Internacionais, bem como dos cursos de pós-graduação (MBA e CBA) do Ibmec/MG. Tem experiência em gestão e consultoria em Administração Financeira, Mercados Financeiros, Análise de Eficiência Operacional e Negócios Internacionais. Ficou em 2. lugar no prêmio IBGC de Governança Corporativa na Categoria Pleno em 2003, bem como orientou os trabalhos vencedores nas categorias Júnior e Pleno em 2004 e 2005, respectivamente. Possui artigos publicados no Brasil e no exterior sobre finanças. Possui mais de 10 anos de experiência em mercado financeiro, tendo sido servidor do Banco Central entre os anos de 1994 e 2001. Profissional CFP® e Conselheiro de Administração certificado pelo IBGC.

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